TCO: criamos um monstro?
As ferramentas para reduzir o TCO as vezes são caras e difíceis de implementar. Há uma solução mais simples e eficiente.
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No ambiente corporativo, os prejuízos causados pela perda de integridade e a conseqüente indisponibilidade dos computadores tomam dimensões bem maiores do que nos lares dos usuários. Por se tratar de uma ferramenta genérica e configurável, o computador na empresa, muitas vezes, deixa de servir ao seu propósito primeiro para assumir outras funções. Os usuários acabam por extrapolar os limites de uso originalmente imaginados pelos gerentes de sistema e não são raras as ocasiões em que corrompem o sistema.
Resultado? Chamadas para o suporte técnico e horas paradas, sem produção, até que tudo volte a ser como antes. Como tempo é dinheiro, as horas improdutivas do funcionário e do computador - ainda muito caro -, o período do pessoal técnico gasto somente para apagar incêndios, em vez de prestar uma assessoria mais produtiva, e a produção interrompida refletem em prejuízo na certa.
Essas e outras questões afins vêm sendo exaustivamente abordadas nos últimos anos pelo conceito TCO (Total Cost of Ownership), que aborda todos os gastos envolvidos - não só o de aquisição - na posse e no uso de um computador e dos sistemas de informática relacionados. Tais discussões fomentaram o surgimento de inúmeros pacotes complexos que controlassem o ambiente corporativo e até novos paradigmas de computadores - os clientes magros (thin clients) que, pela própria concepção, já limitariam as ações dos usuários, reduzindo o TCO.
Mas será que se desfazer de todos os PCs e trocá-los por thin clients é a solução? Ou então perder meses implantando sistemas pesados de administração e controle para depois descobrir que o sacrifício não compensou? Ou ainda remover as unidades de disquetes, criar imagens das estações nos servidores para posterior reinstalação em caso de pane e realizar auditorias freqüentes nos computadores? Certamente, o TCO subjacente dessas medidas para reduzir o próprio TCO seria muito alto!
Para sair desse impasse também no ambiente corporativo, o Protect Me e o Protect XP da Quartzo oferecem uma solução prática, simples e econômica para redução do TCO. Com ele, é possível manter efetivamente padronizadas todas as estações de trabalho na empresa, facilitando o suporte e a manutenção e evitando o uso inadequado do computador. Em linhas gerais, neste contexto, o Protect Me e o Protect XP podem ser encarados como uma alternativa inteligente ao Poledit do Windows, com três importantes diferenças: possui recursos mais avançados, é muito mais fácil de usar e, principalmente, funciona de verdade.
Adotando o Protect Me ou o Protect XP como uma conduta de padronização de ambiente e de aplicações permitidas, a empresa conseguirá reduzir o custo total de propriedade dos computadores e ainda dispensar boa parte dos recursos de suporte remoto, inventário, monitoria e implantação de políticas de sistema oferecidos pelos diversos pacotes Zero Administration do mercado.
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